A Dona do Pedaço

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segunda-feira, 16 de outubro de 2017

Cap. 2

Cap. 2


Natsu e eu vamos andando e conversando pela rua até chegar ao meu prédio. Devia ser a hora de nos despedirmos, mas eu não quero que esta noite acabe.

- Natsu, você... Não quer entrar para conhecer o meu apartamento?

Ele fica em silêncio por um tempo. Droga, não devia ter sugerido isto! O Natsu vai pensar que sou uma pervertida! Ai, a quem quero enganar? Eu pareço mesmo uma!

- Tudo bem. – ou não, ou então ele gosta de garotas estranhas e pervertidas.

Nós subimos e a primeira coisa que faço é tirar os sapatos. Malditos sapatos lindos e pequenos! E caros! O vestido é o próximo. Deixo Natsu à vontade na sala e peço licença para trocar de roupa, afinal, ele está mais à vontade do que eu com aquela camisa quase transparente debaixo do colete e a calça meio curta, mesmo usando cachecol. Ai, é muita emoção! Se antes meu coração parecia estar nas Olimpíadas, agora é uma escola de samba dançando frevo e lambada! E... Mas que... Porcaria, o zíper do vestido emperrou!

- Lucy, tudo bem? – escuto meu amado me chamar, e a voz parece estar mais perto.
- Sim, só mais um minutinho! – vou precisar é de uma hora com um pé de cabra pra tirar esta desgraça de mim!
- Tem certeza? Sua voz tá meio estranha! – eu sou estranha por inteiro, pelo que ele disse, então não tem problema.
- Não é nada! É só... – ah merda, sai de mim vestido maravilhoso e caro do capeta!
- Ficou presa no vestido? – Natsu de repente aparece na porta; cena constrangedora.
- NÃO! Bem, eu... É... – desisto – Sim, fiquei. Você pode me ajudar a tirar? – não acredito que disse isto mesmo, e pela cara dele agora sim eu pareço uma tarada maluca!
- Ok. – por que ele não recusa esses pedidos doidos, mesmo eu não querendo?

Natsu vem para cima de mim, e é claro que eu não tive ideias pervertidas na hora...! Não, é mentira. Este maldito cérebro malcriado! O Dragneel pega o zíper em uma mão e segura o vestido com a outra.

- Eu vou puxar de uma vez. Está pronta? – aceno em afirmação e com um pulo logo estou livre – Ih, eu acho que o fecho quebrou. Tem problema?
- Não. Eu estava mesmo pensando em cortar o vestido no meio. O zíper não é nada. – rio, segurando a roupa ainda contra o peito para não cair de vez, e meu rosto deve estar duas vezes mais rubro com o olhar faminto dele na direção dos meus seios – Ah... Natsu?
- Oi? – ele parece perdido, e estou me sentindo meio lisonjeada – Ah, foi mal! Eu vou deixar você se trocar.
- Obrigada. – minha vontade, realmente, é pedir que ele fique e suba na minha cama – Calma, meninas! – repreendo meus seios com um sussurro, uma mania estúpida que eu adquiri ou da Juvia ou da Mira.
- Se precisar de mais alguma coisa é só gritar! – Natsu avisa ao sair.

Estou mesmo tentada a isto... Ah, não aguento mais! Esperei além da conta por uma oportunidade destas. Eu tenho que partir para o ataque! Um tempo depois, termino de me trocar e volto para a sala, encontrando meu convidado quase deitado no sofá, assistindo a TV. Ficou à vontade rápido. Bom, meu ataque de sedução começa agora, afinal, precisa ter um clima antes da primeira noite sexual selvagem com seu homem dos sonhos!
Vejamos... Estou com minha blusa leve, que uso para dormir às vezes, e um micro short. Como não tenho lingerielimpa agora, o jeito é usar o meu biquíni mesmo. Passo propositalmente na frente do Dragneel, requebrando bastante, e sento ao seu lado.

- Então, o que está assistindo? – não tenho certeza se ele tirou os olhos da televisão algum segundo, porque parece distraído.
- Antes um filme de terror, mas era chato, então mudei para o canal da culinária.
- Ah... Eu sou boa na cozinha. Você faz sua comida quando está sozinho, Natsu?
- Não, sempre compro comida pronta. – nós ficamos em silêncio por um tempo e eu passo a brincar com os dedos dos meus pés, abraçando os joelhos dobrados.
- Quer comer alguma coisa agora? Eu posso preparar algo se quiser.
- Não precisa. Pode trazer uma pipoca e tudo bem. – ok, tentativa número um: falha.

Acenando em acordo, marcho direto para a cozinha. Como eu vou conquista-lo pelo estômago com pipoca? Não tem nada de mágico nisto! Se pelo menos ele tivesse pedido um sanduíche... Bom, melhor me preparar para o plano B.

- Voltei! – anuncio, trazendo dois copos com bebida e a bacia com pipoca em uma bandeja, deixando tudo na mesa de centro – Ai, você não acha que está calor aqui? – puxo minha blusa algumas vezes.
- Não. – merda Natsu, aprenda a ler os sinais, seu idiota!
- Bom, eu estou sentindo calor. Você pode me ajudar, Natsu? – ele me olha de canto enquanto dou meu sorriso sedutor, mas o clima vai para o brejo quando o palerma liga o ventilador de teto pelo controle remoto.
- Pronto. Sente-se melhor? – ok, pelo visto vou precisar exagerar na cartada final.
- Sim, obrigada, mas... Natsu eu tenho uma confissão a fazer.
- Qual é? – o Dragneel tira, temporariamente, os olhos da TV e para de comer, então aproveito para me debruçar sobre o seu corpo, encostando de propósito, com certa força, os meus seios no braço direito dele.
- Eu fico muito sozinha neste apartamento, sabe. Ultimamente parece maior e mais solitário. Quero a companhia de alguém para a minha solidão diminuir um pouquinho.
- Uma “companhia”...? – acho que desta vez ele entendeu – Que tal um peixinho de aquário? – ou não; paciência Lucy.
- Ah, eu preciso de um bichinho maior, que a minha solidão é muito grande.
- Um papagaio, um gato... – meu Senhor, como esta criatura passou no vestibular?
- Maior. – toco seu peito, fazendo leves rodeios com as mãos.
- Um coelho, um cachorro, um cabrito... – “cabrito”?
- Maior Natsu, sabe? Bem maior! – enfatizo, praticamente sentando no colo dele.
- Acho que um cavalo ou um boi não iam ser permitidos no seu prédio. – ARG, EU DESISTO, MALDIÇÃO!
- Esquece! – levanto, pronta para ir embora, então sinto minha mão ser puxada e o meu corpo volta para onde estava.
- Eu tava só brincando. – graças – Entendi tudo que você tá fazendo, sua espertinha.
- Então por que não me respondeu direito antes, idiota? – eu rio aliviada – Precisava me fazer passar por boba?
- Foi divertido. – miserável – Mas sei de uma coisa mais divertida pra gente fazer.

Hô, agora eu gostei do rumo da conversa! Natsu logo me beija e, Nossa Senhora, eu vou dizer, nunca senti tanto calor na vida! A boca deste homem é tão quente, e as mãos dele passando por meu corpo deixam um rastro de fogo no caminho! A língua do amor é ótima! Logo ele desce a própria língua pelo meu pescoço. Quando chega aos seios, rasga minha blusa ao meio e lambe o vale logo abaixo.

- Vai me comprar uma blusa nova, senhor Dragneel. – aviso rindo e suspirando.
- Eu vou te dar o que você quiser. – ai meu Pai, meus pelos do corpo se arrepiaram – Por que está de biquíni?
- Meu último sutiã foi para o cesto de roupa suja hoje, e como ultimamente choveu muito, nenhuma lingerie secou.
- Sua estranha. – por que a mudança do clima faz de mim uma garota estranha?

Sem dizer algo mais, Natsu me leva no colo para o quarto e senta na cama sem a menor cerimônia, se apoiando na cabeceira e me sentando sobre ele. Tiramos as nossas roupas aos poucos. Quando os cordões da parte superior do biquíni desprendem do meu pescoço, meus seios saltam, o que o deixa animado. O Dragneel os agarra e aperta.

- Você tem seios lindos Lucy. Alguém já te disse isto? – só todo dia.
- Antes eu os achava muito pesados e incômodos, mas se você gosta, tudo bem.
- Ah, eu gosto sim, e quero fazer mais do que só apertar. – logo a língua quente dele está ali, provando do meu mamilo esquerdo enquanto o seu polegar aperta o outro; meus gemidos saem descontroladamente.
- Não seja tão mal! – remexo o meu quadril quando Natsu reveza os chupões – Eu também quero te fazer sentir bem.
- Só por você gemer para mim já me faz sentir bem. – ai nossa, acho que eu gozei – Ei Lucy, posso tocar aqui também, né?! – a mão esquerda dele desce até minha virilha.
- Sim, mas... – e de novo apressadamente ele começa a me tocar; em pouco tempo, minha mente começa a se esvaziar – Natsu... Eu posso... – sem dizer mais, passo as unhas sobre a intimidade dele por cima da calça e morro de felicidade quando o vejo suspirar.
- Claro. – meu amado me ajuda a desabotoar a peça – Vai com calma.
- Ah, então só vale quando é com você? – rio, passando as mãos pelo elástico da cueca boxer – Ótima escolha. Estava pensando em mim quando colocou?
- Eu sabia que você ia à festa e fiz questão de me arrumar melhor.
- Estou lisonjeada. Vou te recompensar por todo o seu esforço.

Cruzes, como estou descarada! Mas não é hora de rir comigo mesma. Abraço Natsu e o puxo para um beijo, aos poucos abaixando sua cueca, rebolando a cada puxão. O meu coração sobe pela garganta. Esta sensação de ter as nossas intimidades roçando uma na outra, mesmo com a calcinha no caminho, é de uma excitação imensa! Meu companheiro logo me ajuda a terminar de me despir e ficar posicionada sobre seu membro.
Afinal, estamos totalmente nus e o meu juízo foi parar no espaço. Não sei se é pelo suor, mas estamos escorregadios, e isto deixa tudo mais excitante. Estou pegando fogo!

- Então Lucy, está pronta? – mais do que já estive em toda a minha vida.
- Mais do que já estive em toda a minha vida. – mesmo envergonhado, ele sorri, do jeitinho que eu adoro, porém agora com um afeto maior e direcionado apenas para mim.

Natsu desliza devagar para meu interior e com naturalidade, como se já tivéssemos feito isto várias vezes. Sou virgem, ou pelo menos... Ai! Agora não sou mais. Sabia que ia doer, mas talvez pela posição em que estamos não dói tanto. Natsu é tão gentil para me esperar acostumar... Mas ele também parece estar se adaptando à minha intimidade com calma. Quando passamos a nos mexer em sincronia, os gemidos aumentam.
Ele agarra minhas nádegas e volta a sugar meu mamilo esquerdo. Jogo a cabeça pra trás, apoiando as mãos nos ombros dele enquanto rebolo junto com as suas, me apertando. Algumas vezes o prazer é tanto que acabo precisando abafar os gritos entre os cabelos do Natsu, com medo dos vizinhos ouvirem. Meu rosto se enche de calor quando colo o peito contra o dele. Voltamos a nos beijar enquanto continuamos nossa dança sensual.
Sorrimos, chamando o nome um do outro e alternando posições que sejam as mais confortáveis possíveis. Tive a felicidade de achar um companheiro fogoso e explorador pra trocarmos orgasmos múltiplos. Quando cansamos, ou melhor, quando ele cansa, deita sobre o meu peito. Enquanto recuperamos o fôlego, a sua respiração e o pequeno carinho em meu braço direito fazem os pelos do meu corpo arrepiarem de baixo para cima.
Eu preciso agradecer à Mira por essa festa no Dia dos Namorados de última hora. Se me derem uma pizza agora, eu sou capaz de comer tudo sem falar de calorias! Tanto porque, descobri um exercício prazeroso que pode me fazer perder peso rapidamente.

- Você quer comer alguma coisa? Eu estou morrendo de fome.
- Uma pizza de quatro queijos! – anuncio feliz e ele ri.
- Boa ideia, mas acho que está tarde para ligar para a pizzaria.
- Não faz mal. Eu guardei uns pedaços na geladeira, para o caso de ter uma recaída.
- Tudo bem. Vou preparar um banho pra gente. – Natsu me beija com carinho e se levanta, indo para o banheiro.
- Bela visão. – sussurro a mim mesma – Parece que consegui o namorado dos meus sonhos, e ele não é um príncipe e sim um maravilhoso e forte dragão! – eu rio baixinho – Morram de inveja, princesas!

Logo o Natsu volta, ainda exposto. Olho para ele com vontade de rir da sua sem-vergonhice, me debruçando sobre minhas pernas dobradas. Ele cruza os braços e sorri.

- Que bela visão! – eu não aguento e começo a dar risada, seguida dele.
- Como conseguiu ler meu pensamento? – é a vez do meu dragão corar – Oh, fica tão lindinho todo vermelho! Dá vontade de ir até aí e te beijar inteirinho!
- Então por que não vem? – ergo a sobrancelha; não é uma resposta óbvia?
- Natsu, eu não posso sair desfilando nua pelo apartamento.
- Por que não? Estamos sozinhos e eu acabei de ver tudo que está atrás desse lençol.
- Para com isto! – rio entre a repreensão, levantando com meu travesseiro frente ao corpo – Você tem muita coragem de andar pelado por aí com os vizinhos de olho.
- Danem-se os vizinhos! Eu não me importo com isto! – ele começa a pensar – Mas aí, se olharem para você eu não vou gostar, então é melhor fechar as cortinas mesmo.
- Obrigada. – meu amado vai direto para a janela, infelizmente, bem quando minha vizinha Yukino Aguria aparece na dela, que é de frente para a nossa, então o cubro com o travesseiro e entro na sua frente – Nossa Senhora Natsu, se cobre! Oi Yukino! – ela se assusta e fecha a cortina rapidamente; talvez tenha ficado traumatizada.
- Constrangedor... Foi mal. – Dragneel, se você não fosse tão gostoso...!
- Tudo bem. Seria um problema se ela fosse solteira, mas a Yukino tem namorado, então não precisa imaginar como você é nu. Ela tem o suficiente de Sting Eucliffe. Agora que penso, vocês são parecidos.
- É? Então um dia você nos apresenta. – Natsu agarra minha cintura – Eu venho te visitar sempre. Posso até me mudar para cá logo!
- Que apressado! – nós gargalhamos – Mas ter você por perto me dá uma sensação de conforto, então está ótimo. Já nos conhecemos há bastante tempo para formalidades.
- Beleza! Agora... Quer ir para mais uma rodada na banheira? Vamos dar um motivo para os seus vizinhos reclamarem.
- Pensei que estava com fome. Mudou de ideia?
- Ah não, estou com fome sim. – ele me fita tipo um caçador – Você não? – oh sim!

Fim... Ou Quase.

- Lucy, atende esse telefone. – escuto a voz sonolenta de Natsu me pedindo.

Agora que eu acordei, não tem mais jeito. Ao menos lembrei de colocar um telefone extra do lado da cama, no meu quarto, para o caso de me ligarem as seis da manhã de um domingo, como agora. Essa frase veio cheia de sarcasmo... Estico as minhas mãos e acabo trombando com o fone. Meio acordada, tiro o aparelho do gancho e ponho no ouvido.

- Alô? – não consigo identificar a dona da voz feminina – Quem é?
- “Como ‘quem é’? Não reconhece mais a voz da sua melhor amiga?”.
- Eu tenho quatro melhores amigas. Pode ser um pouco mais específica?
- “Agora magoei. Sou eu, a Levy!” – ah claro; só ela tem coragem de acordar junto com o sol em um fim de semana!
- O que foi desta vez, Levy? O que você tem para me falar é tão importante que não pode esperar amanhecer?
- “Já amanheceu, mas como eu sei que você e as outras são preguiçosas para reparar nisto, eu fiquei de ligar para todo mundo hoje. Nós vamos à praia. Você e Natsu tão afim de ir com a gente? Vai ser legal!”.
- “Praia”? Ah, eu não sei. – olho para trás, vendo as costas do Dragneel se movendo pela respiração – Vou falar com ele, mas não vai ser fácil convencê-lo a sair da cama.
- “Como é?” – OH MERDA, EU ME DELATEI; DROGA DE SONO – “AH, NÃO ACREDITO!” – sou obrigada a afastar o telefone do meu ouvido – “Vocês dois dormiram juntos mesmo?! Mira e eu apostamos contra todo mundo que vocês iam acabar passando a noite juntos, então ganhamos! Yes!”.
- Quer dizer que apenas vocês duas achavam que eu seria capaz de dormir com ele? Puxa, muito animador, obrigada!
- “Não era por você. Os outros estavam apostando contra por causa da lerdeza do Natsu. Mas pelo visto, ele não é tão lesado assim.”.
- Ah tá. – bocejo – Eu não estava planejando fazer segredo, mas também não queria que soubessem deste jeito.
- “Agora é tarde, mas se quiser eu escondo dos outros até vocês contarem hoje na praia. Vão contar, não é?!”.
- Não sei. Vocês querem ir agora? Não podemos esperar mais algumas horas?
- “Deixa de ser preguiçosa Lucy! O sol da tarde é muito forte, por isto nós vamos agora de manhã e passamos o resto do dia na lanchonete, comendo e conversando. Tenho certeza de que o Natsu aceitará.”.
- Se eu conseguir tirar ele da cama talvez, mas não posso prometer.
- “Ah sim, claro. Eu sei por que vai ser difícil.” – escuto sua risadinha maliciosa.
- Deixa de ser perversa Levy! Eu vou indo, o Natsu já está semiacordado.
- “Ok. Não se esquece de avisar se vocês forem mesmo, pra eu repassar ao pessoal.”.
- Tudo bem. Ah, só uma pergunta antes de desligar! – é a minha vez de sorrir com malícia – Você e o Gajeel não tem nada melhor para fazer, heim? Se ele já está aceitando levantar cedo para ir à praia ao invés de tentar te convencer a passar o dia todo na cama, é sinal de que a sua relação começou a esfriar!
- “Cuida da sua vida, loira peituda!” – nós duas rimos – “Melhor ainda, cuida do seu boy. Boa sorte e tchau.”.
- Até. – ponho o telefone no gancho e me viro devagar para o Natsu, que já está me encarando; constrangedor – Oi. Então, você ouviu a conversa toda? – ele confirma com a cabeça e eu coro mais ainda – Bom... Quer ir à praia?
- Numa coisa você acertou: eu queria passar o resto do dia na cama contigo. Agora, se pudermos dar uma escapadinha no passeio, não vou me importar de ir. Sexo na praia é muito mais gostoso! – nós gargalhamos; ai meu Deus, EU AMO ESTE PERVERTIDO!

Continua...

OBS: A cena da Lucy pedindo um bichinho de estimação foi feita com base no filme "O Auto da Compadecida".

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